Há um livro muito conhecido chamado ‘Minutos de Sabedoria’, de C. Torres Pastorino, Editora Vozes, que traz mensagens de sabedoria para serem lidas aleatoriamente.
Sempre que abro, sou ‘premiada’ com a mesma página: “O minuto que você está vivendo é o mais importante de sua vida, onde quer que você esteja. Preste atenção ao que está fazendo. O ontem já lhe fugiu das mãos. O amanhã ainda não chegou. Viva o momento presente, porque dele depende todo seu futuro...”. E eu sempre penso muito sobre isso.
Se este é o minuto mais importante de nossas vidas, como aproveitá-lo bem? Devemos planejá-lo? Deixar acontecer? Não pensar? Prestar atenção em cada detalhe? Eu não sei... Li uma vez em um lugar que a vida acontece enquanto estamos planejando o que vamos fazer dela... E é impressionante, mas isso tem um fundo de verdade porque o tempo nos consome e quando nos damos conta, mais um ano se foi.
Temos o direito de sermos felizes, aproveitar o melhor da vida, ajudar o próximo, sermos bons sem sermos bobos, amar, sermos amados, sentir, conhecer, aprender, ensinar, compartilhar, trabalhar, batalhar, vencer... Temos todos esses direitos, mas como conseguir fazer tudo de maneira dinâmica ou calmamente aproveitando este minuto como o mais importante se quase tudo na vida, normalmente, está além de nossas vontades, desejos e possibilidades?
Sinto que a maior felicidade está nos pequenos detalhes, mas esta vida maluca e estressante parece nos sugar e temos que lutar para não nos privar até mesmo deles, dos momentos simples e mágicos como olhar o céu com suas nuvens e estrelas...
Esta coluna foi feita para compartilhar conhecimento e desta vez, a dica é aproveitar este minuto de sua vida porque ela nos prega peças e, quando menos esperamos, ela se acaba. Mas como fazer isso com plenitude? Eu não sei a resposta e estou aqui pedindo sua ajuda para, juntos, encontrarmos a melhor forma de aproveitar o momento mais importante de nossas vidas: o agora! Mande sua sugestão e solução no meu blog ou e-mail e, quem sabe, teremos a resposta para esta dica ser compartilhada. Eu quero muito aprender!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Vagas para portadores de deficiências
Se há uma coisa que é extremamente tentadora quando estamos em locais movimentados, estacionamentos lotados, dias chuvosos, ou até mesmo naqueles dias em que falta a tão preciosa disposição para caminhada é a ‘bendita’ vaga de estacionamento para pessoa portadora de deficiências ou dificuldades de locomoção.
É impressionante... Ela é tão tentadora quanto aquele doce que amamos. Parece que ela fica lá ‘chamando’, ‘piscando’... Parece até que ela diz: “Venha, pode vir que tô fácil, fácil!”. E aí, a consciência pensa: “Isso não é uma boa idéia, não posso parar”. Mas aí, a tentação rebate: “São só uns minutinhos, é rapidinho! Ah, esta vaga está sempre vazia mesmo, não estou vendo ninguém que esteja precisando”. E aí, lá vai o carro na vaga de estacionamento exclusiva para deficientes...
Quem já não passou ou quase passou por isso? A verdade é que eu também já! Mas nunca tinha me dado conta da tamanha importância desta vaga até ter em minha família pessoas que precisaram dela. Nós não imaginamos o quanto é difícil a superação de um simples degrau, a caminhada de um metro para quem tem limitações. É sofrido e revoltante ver que uma pessoa está passando por uma dificuldade tremenda de acesso simplesmente porque alguém parou na vaga que não deveria.
Nós até podemos pensar que não existem muitos que precisam destas vagas porque quase não os vemos, mas a verdade é que só não os vemos exatamente porque eles têm dificuldade de locomoção! Isso não é óbvio?! Claro que sim! Mas nós nos esquecemos disso.
Assim, independente da Resolução 304 que entrou em vigor em 2008, obrigando que os municípios tenham vagas para deficientes em seus estacionamentos, independente de multas, a questão é consciência, respeito pelo próximo, humanidade. Então, na próxima, respire fundo, resista à tentação e caminhe uns passos a mais agradecendo a Deus por ter este privilégio de poder ter a liberdade de não precisar da vaga para deficientes. E, acima de tudo, tenha a consciência tranqüila de que fez sua parte para ajudar quem tanto precisa dela.
Para saber mais acesse o link: http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_304.pdf
É impressionante... Ela é tão tentadora quanto aquele doce que amamos. Parece que ela fica lá ‘chamando’, ‘piscando’... Parece até que ela diz: “Venha, pode vir que tô fácil, fácil!”. E aí, a consciência pensa: “Isso não é uma boa idéia, não posso parar”. Mas aí, a tentação rebate: “São só uns minutinhos, é rapidinho! Ah, esta vaga está sempre vazia mesmo, não estou vendo ninguém que esteja precisando”. E aí, lá vai o carro na vaga de estacionamento exclusiva para deficientes...
Quem já não passou ou quase passou por isso? A verdade é que eu também já! Mas nunca tinha me dado conta da tamanha importância desta vaga até ter em minha família pessoas que precisaram dela. Nós não imaginamos o quanto é difícil a superação de um simples degrau, a caminhada de um metro para quem tem limitações. É sofrido e revoltante ver que uma pessoa está passando por uma dificuldade tremenda de acesso simplesmente porque alguém parou na vaga que não deveria.
Nós até podemos pensar que não existem muitos que precisam destas vagas porque quase não os vemos, mas a verdade é que só não os vemos exatamente porque eles têm dificuldade de locomoção! Isso não é óbvio?! Claro que sim! Mas nós nos esquecemos disso.
Assim, independente da Resolução 304 que entrou em vigor em 2008, obrigando que os municípios tenham vagas para deficientes em seus estacionamentos, independente de multas, a questão é consciência, respeito pelo próximo, humanidade. Então, na próxima, respire fundo, resista à tentação e caminhe uns passos a mais agradecendo a Deus por ter este privilégio de poder ter a liberdade de não precisar da vaga para deficientes. E, acima de tudo, tenha a consciência tranqüila de que fez sua parte para ajudar quem tanto precisa dela.
Para saber mais acesse o link: http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_304.pdf
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Visite um psicólogo!
Há muitos anos, criou-se um estigma, completamente equivocado, de quem vai ao psiquiatra ou ao psicólogo ser considerado maluco. Esta é uma tremenda bobagem! ‘Pré conceito’ tamanho que impede milhares e milhares de pessoas de se tratarem e recuperarem sua saúde, sua alegria de viver.
É preciso esclarece a diferença entre psiquiatra e psicólogo. O psiquiatra é o profissional que cuida das doenças ligadas ao psíquico e ao físico, como síndromes, depressões ou estresse. Normalmente, o psiquiatra acompanha seu tratamento com medicamentos, como vem mostrando a novela Caminho das Índias, da Rede Globo.
Já o psicólogo cuida da saúde emocional e comportamental. Ele trata sem medicamentos, basicamente compreendendo e trabalhando os sentimentos de cada pessoa com o principal objetivo de que ela viva melhor consigo mesma e com as pessoas que a rodeiam. O tratamento com o psicólogo, comumente, é chamada de terapia.
Para mim, todo mundo deveria visitar um psicólogo, de verdade! Cada um tem a sua carga de traumas emocionais. Medo de algum bicho, de altura, de morrer, de encarar suas falhas e as falhas dos outros... Enfim, no fundo, ninguém é perfeito. E a verdade é que não precisamos ser, mas sim, saber lidar com nossas limitações e deficiências para que possamos viver melhor porque, no final de tudo, o que vale mesmo é ser feliz.
A psicologia é mágica neste sentido! Pouca gente sabe, mas há inúmeras linhas de atuação da psicologia. Diferente das sátiras e rótulos, muitas linhas interagem o psicólogo com o paciente e ajudam efetivamente com idéias e estímulos à reflexão sobre seu modo de ver e viver a vida. É importante identificar a linha que melhor se adapta a você, isso faz toda a diferença! Para saber mais, visite os sites: www.sobresites.com/psicologia/psicotera.htm; www.sobresites.com/psicologia/areas.htm;www.psicologo.inf.br/o_que_e_psicologo.asp; www.crpsp.org.br/crp/ .
Tire o preconceito de seu coração, de sua racionalidade e visite um psicólogo! Seja feliz!
É preciso esclarece a diferença entre psiquiatra e psicólogo. O psiquiatra é o profissional que cuida das doenças ligadas ao psíquico e ao físico, como síndromes, depressões ou estresse. Normalmente, o psiquiatra acompanha seu tratamento com medicamentos, como vem mostrando a novela Caminho das Índias, da Rede Globo.
Já o psicólogo cuida da saúde emocional e comportamental. Ele trata sem medicamentos, basicamente compreendendo e trabalhando os sentimentos de cada pessoa com o principal objetivo de que ela viva melhor consigo mesma e com as pessoas que a rodeiam. O tratamento com o psicólogo, comumente, é chamada de terapia.
Para mim, todo mundo deveria visitar um psicólogo, de verdade! Cada um tem a sua carga de traumas emocionais. Medo de algum bicho, de altura, de morrer, de encarar suas falhas e as falhas dos outros... Enfim, no fundo, ninguém é perfeito. E a verdade é que não precisamos ser, mas sim, saber lidar com nossas limitações e deficiências para que possamos viver melhor porque, no final de tudo, o que vale mesmo é ser feliz.
A psicologia é mágica neste sentido! Pouca gente sabe, mas há inúmeras linhas de atuação da psicologia. Diferente das sátiras e rótulos, muitas linhas interagem o psicólogo com o paciente e ajudam efetivamente com idéias e estímulos à reflexão sobre seu modo de ver e viver a vida. É importante identificar a linha que melhor se adapta a você, isso faz toda a diferença! Para saber mais, visite os sites: www.sobresites.com/psicologia/psicotera.htm; www.sobresites.com/psicologia/areas.htm;www.psicologo.inf.br/o_que_e_psicologo.asp; www.crpsp.org.br/crp/ .
Tire o preconceito de seu coração, de sua racionalidade e visite um psicólogo! Seja feliz!
sábado, 9 de maio de 2009
A Fé
Segundo a definição dos dicionários a palavra ‘fé’ vem do latim (fide) e significa “crença, crédito, convicção da existência de algum fato ou da veracidade de alguma asserção, fidelidade a compromissos e promessas, conjunto de dogmas e doutrinas”.
Uma vez ouvi em uma pesquisa Ibope, publicada na Rede Globo de Televisão, que 99% da população brasileira tem fé em Deus, ou seja, acredita nele. Fiquei feliz com o resultado porque acredito que a fé em Deus, não importa como ela se defina, pode ser uma poderosa mola propulsora para nos inspirar, dar forças e fazer com que tenhamos a devida fé em nós mesmos, na vida, nas pessoas.
Eu não tenho “pré”conceitos em relação a quem seja ateu (que não acredita em Deus), pelo contrário, fico intrigada, respeito e entendo a posição cética diante da vida. Mesmo assim, tenho convicção plena de que é muito melhor ter fé ligada a uma religião, não importa qual seja, de que modo seja, de como Deus seja definido nela, a ser uma pessoa perdida, sem perspectivas.
Fico fascinada a cada pesquisa descoberta de que a fé auxilia na cura de doentes, sejam males do corpo ou da alma como uma doença terminal ou um vício. Por outro lado, o que me intriga são as pessoas que se entitulam categoricamente como ‘pessoas de fé’, que falam constantemente de Deus e de seus ensinamentos, mas que não colocam em prática suas próprias palavras.
Assim, para mim, a definição de fé é: o conjunto de crenças e valores que nos ajude a viver bem, mas, acima de tudo, com respeito mútuo, humildade, generosidade e bondade no coração. Tudo isso, pensando em nosso bem sim! Sem dúvida! Mas sem prejudicar o próximo, conscientes de que estamos aqui de passagem e que daqui quase nada levamos, nem mesmo nosso corpo, a não ser nossos sentimentos e aprendizados. Por isso, muito mais importante que falar de fé, é praticar a ‘boa’ fé.
Uma vez ouvi em uma pesquisa Ibope, publicada na Rede Globo de Televisão, que 99% da população brasileira tem fé em Deus, ou seja, acredita nele. Fiquei feliz com o resultado porque acredito que a fé em Deus, não importa como ela se defina, pode ser uma poderosa mola propulsora para nos inspirar, dar forças e fazer com que tenhamos a devida fé em nós mesmos, na vida, nas pessoas.
Eu não tenho “pré”conceitos em relação a quem seja ateu (que não acredita em Deus), pelo contrário, fico intrigada, respeito e entendo a posição cética diante da vida. Mesmo assim, tenho convicção plena de que é muito melhor ter fé ligada a uma religião, não importa qual seja, de que modo seja, de como Deus seja definido nela, a ser uma pessoa perdida, sem perspectivas.
Fico fascinada a cada pesquisa descoberta de que a fé auxilia na cura de doentes, sejam males do corpo ou da alma como uma doença terminal ou um vício. Por outro lado, o que me intriga são as pessoas que se entitulam categoricamente como ‘pessoas de fé’, que falam constantemente de Deus e de seus ensinamentos, mas que não colocam em prática suas próprias palavras.
Assim, para mim, a definição de fé é: o conjunto de crenças e valores que nos ajude a viver bem, mas, acima de tudo, com respeito mútuo, humildade, generosidade e bondade no coração. Tudo isso, pensando em nosso bem sim! Sem dúvida! Mas sem prejudicar o próximo, conscientes de que estamos aqui de passagem e que daqui quase nada levamos, nem mesmo nosso corpo, a não ser nossos sentimentos e aprendizados. Por isso, muito mais importante que falar de fé, é praticar a ‘boa’ fé.
domingo, 3 de maio de 2009
Ombudsman da Telefônica
No final de 2008, coloquei internet banda larga em minha casa. Escolhi pela opção Speedy da Telefônica. Fiquei feliz da vida com esta conquista tecnológica, afinal é extremamente desagradável trabalhar com um computador tartaruga.
Mas minha alegria durou pouco. Minha relação com a Telefônica parece novela mexicana, então irei resumir. A história é sempre a mesma: horas ‘pendurada’ no 0800... Eu nem sei quantos protocolos de reclamações eu já registrei por cobrança indevida e por falta de funcionamento.
Eu queria compartilhar esta experiência porque encontrei uma esperança: o Ombudsman da Telefônica. Ele tem a função de observar, criticar e, às vezes, tentar resolver as falhas de uma empresa, sempre considerando o ponto de vista do público ou do cliente.
Esta tem sido minha opção quando eu desisto de tentar por horas resolver uma questão e, subitamente, a ligação cai ou não tenho solução. Pelo Ombudsman o retorno, normalmente, é de cinco dias, podendo ser maior. Mas o legal é que eles retornam mesmo! E a internet volta a funcionar!
Então, anote aí: 0800-775-1212. Vale lembrar, é um número que também exige paciência, sempre dá ocupado e quando é atendido cai em uma musiquinha que dá um sono danado e demora... Por outro lado, o atendimento é muito mais efetivo. É preciso ter sempre o protocolo com número da reclamação feita no 0800 tradicional e o dia da ligação. O Ombudsman irá registrar um novo protocolo. Anote todos os detalhes, isso ajuda MUITO! Há também a opção pela internet, mas eu nunca usei: www.telefonica.com.br, opção ‘Atenção ao Cliente’ e, em seguida opção ‘Fale Conosco’.
Caso a situação esteja preta mesmo, quando ligar, não se esqueça disso: duas palavrinhas funcionam como mágica: Promotoria e Procon. Lembrá-los que temos nossos direitos e podemos reivindicá-los pode fazer toda a diferença.
Mas minha alegria durou pouco. Minha relação com a Telefônica parece novela mexicana, então irei resumir. A história é sempre a mesma: horas ‘pendurada’ no 0800... Eu nem sei quantos protocolos de reclamações eu já registrei por cobrança indevida e por falta de funcionamento.
Eu queria compartilhar esta experiência porque encontrei uma esperança: o Ombudsman da Telefônica. Ele tem a função de observar, criticar e, às vezes, tentar resolver as falhas de uma empresa, sempre considerando o ponto de vista do público ou do cliente.
Esta tem sido minha opção quando eu desisto de tentar por horas resolver uma questão e, subitamente, a ligação cai ou não tenho solução. Pelo Ombudsman o retorno, normalmente, é de cinco dias, podendo ser maior. Mas o legal é que eles retornam mesmo! E a internet volta a funcionar!
Então, anote aí: 0800-775-1212. Vale lembrar, é um número que também exige paciência, sempre dá ocupado e quando é atendido cai em uma musiquinha que dá um sono danado e demora... Por outro lado, o atendimento é muito mais efetivo. É preciso ter sempre o protocolo com número da reclamação feita no 0800 tradicional e o dia da ligação. O Ombudsman irá registrar um novo protocolo. Anote todos os detalhes, isso ajuda MUITO! Há também a opção pela internet, mas eu nunca usei: www.telefonica.com.br, opção ‘Atenção ao Cliente’ e, em seguida opção ‘Fale Conosco’.
Caso a situação esteja preta mesmo, quando ligar, não se esqueça disso: duas palavrinhas funcionam como mágica: Promotoria e Procon. Lembrá-los que temos nossos direitos e podemos reivindicá-los pode fazer toda a diferença.
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